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Rádio 9 de Julho recebe prêmio Microfone de Prata

Data e horário: 
Quinta-feira, 21 Julho 2011 - 11:11
Créditos: 
Redação com CNBB

A entrega dos Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) marcou a noite desta quarta-feira (20) durante o 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom).  A cerimônia aconteceu no Ginásio da PUC-Rio.

Entre os vencedores estava o programa “A caminho do Reino”, da rádio 9 de Julho, apresentado pelo padre José Renato Ferreira, que levou o Microfone de Prata na categoria de melhor programa religioso.

O prêmio de rádio Microfone de Prata considerou as categorias Religioso, Jornalismo e Entretenimento e foi entregue pelos diretores da Signis Brasil e Rede Católica de Rádio (RCR), organizadores do Prêmio com a CNBB.

Na categoria jornalismo, o Microfone de Prata foi para o “Jornal da Manhã”, da Rádio Educadora AM, de Coronel Fabriciano (MG), apresentado por Roberto Siqueira. A vencedora da categoria entretenimento, Joelma Viana e Anderleia Oliveira, veio de Santarém (PA) com o programa “Caminhos da Amazônia”.

Os ganhadores agradeceram à CNBB pela estatueta e o dedicaram a pessoas e personagens de seus programas. “Dedico o prêmio ao menino Luan, que foi assassinado, e que crianças não sejam mais assassinadas”, disse, emocionado, o padre José Renato, que também é diretor de programação da rádio 9 de Julho.

Para o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Comunicação, dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS), “os prêmios dados pela CNBB são um reconhecimento pela Igreja daqueles que trabalham na comunicação a serviço do bem, ajudando a construir a civilização do amor”, disse durante a cerimônia.

A jornalista Letícia Aline Paris, da Mensageiro de Santo Antônio, recebeu o Prêmio Dom Helder de Imprensa pela reportagem “Adolfo Guidi, dedicação e luta pela vida de um filho”. Os jornalistas do Jornal Santuário de Aparecida, Daniele Simões, Paulo Eduardo de Gois e Felipe Chicarino da Silva, também foram premiados pela reportagem “Força de Vontade”. O último troféu Dom Helder de Imprensa foi para Alexandre Lyrio, Jorge Gauthier e Victor Uchoa, do jornal Correio, da Bahia, autores da série especial “Além do hábito”, sobre a vida de Irmã Dulce.

Os premiados foram unânimes em exaltar a iniciativa da CNBB de premiar reportagens pautadas em valores que ressaltam a dignidade da pessoa humana. “Nosso trabalho tentou e conseguiu trazer outra face da Irma Dulce e seu exemplo de bondade e de fé”, disse Alexandre Lyrio sobre a reportagem “Além do hábito”.

Receberam o Prêmio Clara de Assis, para trabalhos de televisão, Laerte José Cerqueira da Silva, da TV Cabo Branco (afiliada da Rede Globo na Paraíba), com a matéria “Caravana – JPB – Paraíba”.

Na categoria documentário, o prêmio foi para o Núcleo de TV da PUC Rio, com o filme “Paternidade ausente, histórias incompletas”, que relata toda a dificuldade e desafios enfrentados pelo reconhecimento paterno, a investigação de paternidade e a relação entre pais e filhos. Nesta mesma categoria, foi premiado também o jornalista Pedro Luiz Monteiro Teixeira, da Rede Canção Nova, com o filme “Irmã Dulce”, um especial sobre a vida e obra da irmã baiana, beatifica no dia 22 de maio deste ano.

O prêmio mais antigo e mais concorrido da CNBB, o Margarida de Prata, agracia os produtores de cinema desde a década de 1960. Nesta edição foi premiado o longa “Esse homem vai morrer – Um Faroeste Caboclo”, de Emílio Gallo, como documentário investigativo.

“Estou não só honrada, mas em paz comigo por dar esse recado [denúncia da violência no Pará feita pelo filme]”, disse a paraense Dira Paes, protagonista do filme, presente na entrega da estatueta.

Outro premiado foi o Milagre de Aparecida, de Tizuka Yamasaki. O filme narra uma história de transformação, superação e reencontro de um homem e sua família através da fé em Nossa Senhora Aparecida.

Na categoria documentário de longa-metragem o ganhador foi “Família Braz – Dois Tempos”, de Dorrit Harazim e Arthur Fontes, que tem como protagonistas uma família da Região Episcopal Brasilândia. Nesta mesma categoria, foi premiado também “Augusto Boal e o teatro do oprimido”, de Zelito Viana.
 

(Fotos: Imprensa/CNBB)

 

 


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